O gosto verde do mel

A esperança de um sonho refletida no verde
Esmeraldas ao par no espelho da alma
Norteiam o errante sem rumo que perde
O sentido da vida ao contemplar sua calma

As Deusas do Olimpo não podem saber
Que uma perfeita musa assim floresceu
Embalando com mel sorridente o viver
Já ganhou-me assim sorrateira e ouvindo sou seu

Se a tortura do beijo sentido há pouco
Conseguiu transformar-me por instante em louco
Inquieto me entrego sendo um escravo confesso

De uma flor estampada em tendão aquileu
E uma fraqueza sublime tão forte, tão seu
Para a mão do destino afagar-nos sem pressa.

Bruno Barbosa Alencar
29/12/2005

2 Comentários »

  1. Mayra disse

    Olha o que eu encontro por aqui….
    Sou suspeita para fazer qlqr tipo de comentario, mas a alguns anos pude fazê-lo sem muitas palavras mas com o rosto encantado e maravilhado com seus versos! O que posso dizer, é que você continue encantando mais muitas pessoas que são/serão dignas de sua inspiração e privilegiadas pela leitura de seus poemas, poesias e textos!
    Bubu, te amoro! rs
    beijooooooooooos

  2. bbalencar disse

    Ahahahahaha! Muito obrigado pela visita e pelo comentário, só espero que a visita e o comentário não fiquem restritos a este poema…
    Bj! e Volte sempre!

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