Garoa de sampa
Uma teoria, um verso, tudo, hoje está revirado
Ondas que quebram no oceano e não atigem o destino
Vento que corta com frio um coração lacerado
Chuva que corre sem rumo levando o amor peregrino
Hoje, o tempo não perde um segundo parado
Não há nuvens de algodão para sonhar o menino
Dias nublados, sombrios serão meu amparo.
O sol desistiu de esquentar e não se vê nem a pino
Peço à mãe natureza, a fortaleza de um afago.
Bruno Barbosa de Alencar 24/06/2008
