Cores do renascimento

O feixe de luz transfundiu a ausência

De lucidez escondida entre o zumbido

Do vento lancinante da impertinência

Solstício aproxima o calor esquecido.

Contorna as cores vivas com fragrância

Ímpar, pérola no cristal amarelo do âmbar.

Embalsamado reflexo de suma importância

Pétalas, folhas, pólen da fertilidade no ar

Orvalho matinal evaporando a cinza sem cor

Zunidos de insetos inspiram maiores cantores

Pássaros regentes da alma  não temem a dor.

Água fecunda as sementes de novos rumores

Com a calma de uma vespertina brisa de amor

Aguarda fênix à noite com oferenda de flores.

Bruno Barbosa de Alencar 13/06/2009

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